Aposentadoria:

21/02/2018

Aposentadoria: 5 motivos para poupar mesmo se a Reforma da Previdência não passar

Jornalista: Rayane Santos - rayane.santos@dsop.com.br

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Jornalista: Paulo Fabrício Ucelli
imprensa@dsop.com.br ¦ (11) 99-342-7909
Assessoria de Imprensa DSOP Educação Financeira

A semana começou com protestos contra a reforma da Previdência em todo o País. Independente 

da aprovação, é importante que o brasileiro guarde dinheiro para garantir uma aposentadoria tranquila. 

Veja 5 motivos para poupar:

1- O salário do INSS é muito importante para os brasileiros e um direito do trabalhador. Entretanto, 

o valor não é suficiente para manter o padrão e a qualidade de vida. Em consequência, mais de 

um terço, 33,9% dos aposentados brasileiros, continuam trabalhando para complementar a renda, 

segundo pesquisa do SPC Brasil e da CNDL.

2- Será que para viver dignamente você precisará da ajuda de parentes ou de outras pessoas? 

Infelizmente, isso acontece com milhões de brasileiros. É importante ter consciência que mesmo 

tendo trabalhado a vida toda com carteira assinada, contribuindo para o INSS, a quantia recebida

dificilmente será suficiente.

3- Ao que tudo indica, os trabalhadores se aposentarão cada vez mais tarde, por conta do 

crescimento da expectativa de vida do brasileiro. Para deixar de trabalhar no momento que 

quiser - ou passar a trabalhar apenas por prazer - é preciso poupar parte da renda durante o 

período produtivo.

4- Quanto antes começar a pensar em seu futuro, poderá poupar quantias menores e se 

beneficiar dos rendimentos ao longo dos anos. Há diversos investimentos adequados para a 

aposentadoria, como Previdência Privada e Tesouro Direto. Vale a pena conhecer um pouco 

mais a respeito.

5- Poucas pessoas têm o hábito de pensar no longo prazo (acima de dez anos), com receio de 

que o objetivo não seja atingido. Mas é possível conquistar a renda que garanta o padrão de vida 

desejado. Há uma planilha automatizada que indica o quanto se deve poupar mensalmente para 

conseguir, baixe gratuitamente aqui: www.dsop.com.br/downloads-arquivos/ (Cálculo de Aplicação 

para Independência Financeira).

Dia Internacional Contra o Câncer na Infância:

15/02/2018
Augusto de Sousa
RS Press
(11) 3875-6296
(11) 9 9377-5642

Dia Internacional Contra o Câncer na Infância: 
instituições brasileiras se unem à OMS em pesquisa sobre câncer infantil
Estabelecido em 2002 pela Confederação Internacional de Pais de Crianças com Câncer 
(ICCCPO, sigla em inglês), o Dia Internacional Contra o Câncer na Infância é celebrado 
anualmente em 15 de fevereiro. Nessa data, as atenções são voltadas para o rápido
 diagnóstico dos diversos tipos de câncer que atingem crianças. Entre eles está o Tumor 
de Wilms, considerado o tumor renal maligno mais frequente na faixa etária pediátrica.

Em linhas gerais, apenas 5% dos casos de Tumor de Wilms se apresentam simultaneamente 
nos dois rins e o diagnóstico da doença é considerado difícil, uma vez que o tumor pode ser 
assintomático ou apresentar sintomas inespecíficos nos estágios iniciais da doença. Embora 
não existam dados específicos, a estimativa de incidência é de 7 a 10 casos/milhão, representando
 entre 6 e 7% dos tumores da infância, com 80% dos diagnósticos realizados abaixo de 5 anos. 
Segundo a Dra. Isabela Werneck da Cunha, médica patologista e diretora científica da 
Sociedade Brasileira de Patologia (SBP), a doença é uma das principais preocupações quando 
o assunto é câncer na infância.

Colaboração internacional

É por conta dessa relevância que a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Sociedade 
Internacional de Oncologia Pediátrica (SIOP) estabeleceram uma pesquisa internacional 
com o objetivo de identificar o volume de blastema remanescente nas nefrectomias após 
quimioterapia para o tratamento do Tumor de Wilms. Traduzindo para uma linguagem mais 
simples, o objetivo é analisar se após o processo do tratamento restam vestígios da doença
 no rim dos pacientes comprometidos pela doença e a partir de então, determinar os próximos
 passos do tratamento.

No Brasil, o Grupo Brasileiro de Tumores Renais (GBTR), a Sociedade Brasileira de Oncologia
 Pediátrica (SOBOPE) e a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) atuam para o crescimento 
do estudo, contribuindo internacionalmente para melhor entendimento e tratamento destes tumores.
 “O acompanhamento após o tratamento desse tipo de tumor é fundamental para entender o que
 pode ser do futuro do paciente e desvendar novas maneiras de conduzir cada caso da doença”,
 explica Isabela.

Os médicos patologistas fazem a análise microscópica de tumores, o processo que identifica 
precisamente as características do tumor e em qual estágio ele está. Essa avaliação é fundamental 
para que outros médicos determinem quais modalidades de tratamento serão aplicadas.

“As habilidades analíticas dos médicos patologistas são usadas nesse estudo para que cada caso
 de Tumor de Wilms seja registrado com todas as suas características, levando em consideração também
 as características de cada paciente. É por meio do uso de banco de dados como este que a medicina 
avança, controlando as mortes por esse e outros tipos de cânceres”, finaliza a diretora científica da SBP.

Estrutura do estudo

A manutenção dessas informações acontece por etapas. A primeira linha envolve os oncologistas 
pediátricos, que são os primeiros a lidar com as crianças que passam por sessões de quimioterapia. 
Depois os cirurgiões pediátricos retiram o tumor e enviam para análise anatomopatológica, que são 
encaminhados junto de um formulário para os médicos patologistas, que por sua vez repassam as 
informações para o Grupo Brasileiro de Tumores Renais. Este último é o responsável por mediar o 
conteúdo junto da SIOP para que faça parte dos dados internacionais sobre o Tumor de Wilms, 
o qual poderá ser usado para novos estudos e desenvolvimento de novas tratativas quanto ao câncer 
renal mais comum entre as crianças.


Sobre a SBP
Fundada em 1954, a Sociedade Brasileira de Patologia (SBP) atua na educação continuada e 
defesa da atuação profissional dos médicos patologistas, oferecendo oportunidades de atualização
 e encontros para o desenvolvimento da especialidade. Desde sua criação, a SBP tem realizado 
cursos, congressos e eventos com o objetivo de elevar o nível de qualificação dos patologistas.

Informações para a imprensa
RS Press
Tel: (11) 3875-6296
Matheus Steinmeier
Cel: (11) 9 9933-0433
Karina Morais
Cel: (11) 9 8919-8698
Augusto de Sousa
Cel: (11) 9 9377-5642

Molécula que pode combater a tuberculose

15/02/2018

Pesquisadores de Araraquara, no interior 

de São Paulo, desenvolveram uma molécula 

que pode combater a tuberculose

FALA BRASIL/RECORDTV/SÃO PAULO
Data Veiculação: 13/02/2018 às 09h21
Data Cadastro: 13/02/2018 às 09h44
Tags: pesquisadores brasileiros, molécula, interior paulista, descoberta Cientifica, 
Tuberculose, combate, doenças, tratamento médico, Unesp Araraquara, GOVSP, 
pesquisas científicas, testes em animais, Faculdade de Ciências Farmacêuticas 
da USP Transcrição.
Pesquisadores de Araraquara, no interior de São Paulo desenvolveram uma molécula 
que pode combater a tuberculose coisa boa no estudo de resultados inéditos eliminando 
completamente as bactérias que causam a doença. Os pesquisadores passaram cinco o 
anos nesses laboratórios da Universidade Estadual de São Paulo, a Unesp de Araraquara
 sintetiza ando cerca de cinquenta compostos. Até descobrirem uma molécula que pode 
combater a bactéria responsável pela doença e o bezerro oito que tem boa ação no combate
 contra a tuberculose viver capacidade de reduzir o tempo de tratamento. Então, essa é uma 
das grandes vantagens que a substância tem relação àquilo que hoje disponível, outras 
quatro universidades internacionais participaram de etapas da pesquisa, os testes em animais 
foram feitos por um aluno da Faculdade de Ciências Farmacêuticas, que estava em Chicago, nos
 Estados Unidos. Os pesquisadores infectaram um pulmão dos camundongos com milhões de 
bactérias da tuberculose. Parte deles tomou remédio que já existe no mercado os outros experimentar 
uma nova substância que foi desenvolvida aqui na universidade, para surpresa dos pesquisadores. 
Os testes mostraram que os animais que experimentaram o novo composto tiveram as bactérias 
eliminadas de acordo com o Ministério da Saúde no Brasil a cada ano são notificados aproximadamente 
setenta mil novos casos, levando mais de um milhão de pessoas à morte novas pesquisas trazendo 
novos medicamentos pode facilitar tanto o tratamento diminuir o número de drogas, sendo muito mais 
efetiva na estabilização do paciente levando ele totalmente a cura né, sem resistência.

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