Sugestão de Pauta

29/04/2019

Sugestão de Pauta: Dia Mundial do Rim 2019

Você cuida da saúde dos seus rins?

É fácil encontrar pessoas que incluam os exames para o coração e o pulmão na lista do check up médico anual, não é? Mas você já parou para pensar que é fundamental incluir os cuidados com os rins na lista de exames periódicos?

Pouca gente sabe o quanto os rins são importantes. Sua principal, e mais conhecida função, é a filtragem de substâncias tóxicas no organismo. Porém, o órgão desempenha muito mais do que isso:

- Mantém o equilíbrio entre os minerais do organismo (como sódio, potássio);

- Regula o pH do sangue;

- Equilibra o volume líquido do corpo;

- Produz hormônios e substâncias benéficas para o organismo como a vitamina D.

Mesmo sendo essencial para a vida é difícil encontrar quem esteja atento aos cuidados necessários. E essa falta de cuidado pode levar a consequências: sérios problemas renais, tais como infecções, cálculos e até mesmo a insuficiência renal crônica, que habitualmente, submete o paciente a um transplante do órgão.

Entenda a diferença:

Insuficiência renal aguda – Também chamada de lesão renal aguda, essa falha renal caracteriza-se pela perda súbita da capacidade dos rins. Geralmente acomete pacientes já hospitalizados.

Insuficiência renal crônica – É a perda lenta e gradual da capacidade do órgão em realizar suas funções.

Saúde renal em números:

- Estimativa de que 850 milhões de pessoas, no mundo, tenham doença renal decorrente de causas variadas (Sociedade Internacional de Nefrologia).

- No Brasil, aumento de quase 200% de pacientes com doença renal crônica, que precisam de diálise – de 42 mil para 122 mil pessoas entre 2000 e 2016. (Sociedade Brasileira de Nefrologia).

A Doença Renal Crônica (DRC) possui uma taxa crescente de mortalidade que atinge 10% da população mundial e na maior parte das vezes é silenciosa. Para alertar a população sobre o impacto da doença renal, a agenda global de saúde reserva o mês de março para marcar o Dia Mundial do Rim que,em 2019, acontecerá em 14 de março.

Mas afinal, quais cuidados devemos ter com os rins para evitar doenças graves?

- Realizar exames laboratoriais periódicos: coleta de sangue (para checagem de ureia e creatinina no organismo), urina (com a finalidade de detectar proteínas ou sangue na urina) e até mesmo ultrassonografia (que mostra a morfologia renal, indicando se os rins já apresentam mudanças em seu formato regular);

- Fortalecer cuidados com a alimentação, praticar atividades físicas, não fumar ou beber são fundamentais para evitar doenças renais.

Grupos de risco das doenças renais:

A incidência da doença renal crônica é mais comum em alguns grupos de pessoas. Indivíduos com diabetes, hipertensão, doenças autoimunes, obesidade e doenças cardiovasculares devem redobrar os cuidados com o rim.

É importante lembrar que a insuficiência renal crônica pode atingir pessoas de qualquer idade.

Jornada do paciente com insuficiência renal crônica:

Sintomas

A doença renal pode ser silenciosa. Os sintomas do início do quadro podem ser: fadiga, sonolência, coceira, náusea, dormência de mãos, pés, mau hálito e alteração de apetite. Além disso, a diminuição na quantidade e frequência de urina podem ocorrer.

Diagnóstico

Os problemas renais podem ser identificados pela análise de urina e/ou do sangue. O que determina o quadro é o nível de proteínas como a albumina (urina) e creatinina (sangue) em proporções instáveis.

Prevenção

Controle dos quadros de diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares são fundamentais para evitar a falha renal. Além disso, dieta com baixos níveis de sal e açúcar, a prática de exercícios, controle da pressão arterial, eliminação do tabagismo e exames periódicos são relevantes para a prevenção.

Tratamento

O paciente possui algumas frentes terapêuticas para a reposição da função renal nos quadros de insuficiência:

- Diálise: nos formatos peritoneal e hemodiálise

- Medicamentos

- Transplante

thaís cavalcante ¦ assistant account executive

bcw¦ burson cohn & wolfe

o: +55.11.3094.2290

Câncer de próstata

29/04/2019

Câncer de próstata: doença silenciosa e perigosapreconceito está entre os maiores entraves para diagnóstico

No mês de fevereiro o Dia Mundial do Câncer relembra a importância de realizar os exames de prevenção, doença que está entre as principais causas de morte no mundo. Mas não apenas nesse período ou nos meses de outubro e novembro, que marcam o câncer de mama e próstata, respectivamente, o monitoramento da saúde e o diagnóstico devem ser realizados com frequência.

Conversamos com o Dr. Sebastião Zanforlin, professor do Cetrus, e tiramos as principais dúvidas sobre o câncer de próstata.

Dados Brasil

Dentre os mais letais, no Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens (atrás apenas do câncer de pele não-melanoma). Segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), mais do que qualquer outro tipo, é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de 75% dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos.

O que é o câncer de próstata?

A próstata é uma glândula que só o homem possui e se localiza na parte baixa do abdômen. É um órgão pequeno, que tem a formação que lembra uma maçã e está localizada logo abaixo da bexiga e à frente do reto (parte final do intestino grosso). Há alguns tipos de câncer de próstata que podem crescer e se desenvolver, uns de maneira rápida outros bem lentamente. Muitas vezes acaba sendo identificado durante a investigação de outra doença.

Como é feito o diagnóstico? E quais são os sintomas?

Há algumas técnicas que permitem identificar a doença, como o exame de sangue, exame de toque, além de exame de imagem, especialmente ultrassonografia transretal e ressonância magnética. Nos casos iniciais o paciente não apresenta nenhum sintoma, apenas em casos avançados é possível apresentar sangue na urina, disfunção erétil, dores no quadril, costas, coxas, ombros ou outros ossos, fraqueza ou dormência nas pernas ou pés.

Outros sintomas relacionados ao aumento benigno da próstata podem mascarar a presença de um câncer, como micção frequente, fluxo urinário fraco ou interrompido e vontade frequente de urinar à noite. A doença é, portanto, silenciosa, e seus eventuais sintomas são tardios e muito pouco específicos, daí a enorme importância de visitas frequentes ao médico.

Há fatores de risco?

Existem condições que podem aumentar as chances de doenças, tais como:

  • Idade: muito raro em homens com menos de 40 anos, mas aumenta rapidamente após os 50 anos. Cerca de 60% dos diagnósticos são em homens com 65 anos;
  • Etnia: é mais frequente em homens de ascendência africana, ocorrendo um pouco menos em homens asiáticos, hispânicos/latinos, do que em brancos não hispânicos;
  • Histórico familiar: possuir parente de primeiro grau com diagnóstico de câncer de próstata mais do que duplica o risco de um homem desenvolver a doença;
  • Genes: alterações genéticas hereditárias que aumentam os riscos como a síndrome de Lynch;
  • Dieta: é sabido que dietas ricas em gorduras aumenta a probabilidade da doença;
  • Vasectomia: embora existam pesquisas em andamento, não há indícios de que a cirurgia seja relevante como causa desta doença.

Existe tratamento?

Hoje existem diversas alternativas de tratamento. Uma avaliação minuciosa é necessária, pois as opções dependem da idade, do estado de saúde do paciente, dos efeitos colaterais possíveis e principalmente do estágio do tumor. É uma decisão que deve ser tomada em conjunto com o paciente e sua família, levando em consideração todas as nuances.

Em termos mundiais, como o Brasil está em casos de câncer de próstata?

É o tipo de câncer mais comum em homens nos Estados Unidos, país em que é a segunda maior causa de mortes masculinas por câncer, atrás somente do câncer de pulmão. Apesar do Brasil não estar na lista dos maiores incidentes, aqui esse tipo de câncer mata bastante gente e as razões estão ligadas à falta de diagnóstico precoce, pela resistência ao exame.

Dr. Sebastião Zanforlin

É professor do CETRUS – Centro de Treinamento em Ultrassonografia de São Paulo, e coordenador dos cursos de ultrassonografia de próstata.

Graduado pela Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto – USP e Graduado e Especializado em Ginecologia e Obstetrícia pela USP. O Dr. Sebastião é Mestre em Obstetrícia pela Universidade Federal de São Paulo, Especialista em Ultrassonografia Geral pela AMB e Colégio Brasileiro de Radiologia.

Possui Pós-Graduado em Ultrassonografia pela Faculdade de Medicina de Valência, na Espanha, Habilitação em Avaliação de Risco Cromossômico por Ultrassom pela Fetal Medicine Foundation, Membro Titular do Colégio Brasileiro de Radiologia, Membro Associado ao American Institute of Ultrasound in Medicine and Biology.

Sobre o Cetrus

Desde 1995, o Cetrus é um centro de ensino que oferece aos seus alunos médicos metodologia eficiente e constantemente atualizada por profissionais renomados, com ampla experiência em Diagnóstico por Imagem.

O Cetrus dispõe de cursos sobre as principais aplicações da técnica Ultrassonográfica, Radiologia, Ressonância Magnética e Tomografia Computadorizada, métodos aplicáveis em diversas áreas médicas.

Ao longo dos seus 23 anos de existência, tornou-se centro de referência no ensino de Ultrassonografia e diagnóstico por imagem, reconhecido pela qualidade de seus cursos e egressos. Cetrus possui unidades em São Paulo, Recife e Belo Horizonte.

INFORMAÇÕES PARA IMPRENSA

Oribá – Soluções Criativas

Edna Del Ry ¦ edna@souoriba.com.br

Larissa Rodrigues ¦ larissa@souoriba.com.br

Vanessa Cristina ¦ vanessa@souoriba.com.br

(11) 4106-5944

Hospital de Amor

29/04/2019

Hospital de Amor alerta para prevenção do câncer colorretal

São mais de 35 mil casos registrados no Brasil, sendo um dos tumores que mais acomete a população

No mês de conscientização sobre o câncer colorretal, identificado como Março Marinho, o Hospital de Amor (atual nome do Hospital de Câncer de Barretos) reforça sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce desse tipo de tumor que compromete o intestino grosso (cólon) e o reto.

No Brasil, o câncer colorretal é um dos tumores com maior frequência, sendo o segundo que mais incide sobre as mulheres e o terceiro entre os homens, com estimativa de 18.980 novos casos na população feminina e 17.380 em homens para o biênio 2018-2019, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA).

A médica endoscopista do Hospital de Amor, Dra. Denise Peixoto Reis, explica que o câncer colorretal desenvolve-se a partir de lesões precursoras (adenomas) e é uma doença que não tem causa única. “Os principais fatores de risco são o álcool, tabaco, a obesidade, a ingestão de carnes vermelha ou processada e a vida sedentária. Uma menor proporção dos cânceres colorretais (15-20%) apresenta um fator hereditário ou familiar.”

Estima-se que nos próximos 20 anos o número de óbitos por câncer colorretal aumentará 75% nos homens e 67,5% nas mulheres. “Por isso, é fundamental alertar a população para a prevenção primária, que inclui a conscientização e melhora nos hábitos de vida, com práticas regulares de atividade física, evitando assim, o consumo de álcool, cigarro e alimentos ultraprocessados e embutidos”, salienta.

Outra recomendação do Hospital do Amor é o início do rastreamento do câncer colorretal a partir dos 50 anos, tendo como opções disponíveis e recomendadas: colonoscopia, retossigmoidoscopia, pesquisa de sangue oculto nas fezes, e colono-TC).

“Não existe um teste melhor do que o outro, porém, os dois mais usados em todo o mundo são a pesquisa de sangue oculto nas fezes que tem como vantagens, o caráter simples, não invasivo e de baixo custo, e, a colonoscopia que é o padrão-ouro, mas tem como desvantagens o caráter invasivo, os riscos de complicações e o custo mais elevado.”

Os principais sintomas do câncer colorretal são: o sangramento retal (nas fezes), dor abdominal, alteração do hábito intestinal, anemia e perda de peso.

Sobre o Hospital de Amor:

Excelência em oncologia, o Hospital de Amor (atual nome do Hospital de Câncer de Barretos) assumiu a liderança do ranking 2018 da Scimago Institutions Rankings (SIR), entre todos os centros de saúde do Brasil e da América Latina. O levantamento é uma ferramenta de reconhecimento internacional, que avalia a qualidade de instituições (públicas ou privadas) em todo o mundo, considerando os critérios: pesquisa, inovação e impacto social.

A instituição é historicamente reconhecida. Foi escolhida, em 2000, pelo Ministério da Saúde, como o melhor hospital público do país. Em 2011, tornou-se “instituição irmã” do MD Anderson Cancer Center (EUA), o maior centro de tratamento e pesquisa de câncer do mundo, e ainda recebeu um prêmio da AVON como “Campeão Mundial em Avanço na Área Médica no Combate ao Câncer de Mama”. Em 2012, assinou acordo com o Saint Jude Children´s Research Hospital e tornou-se “instituição gêmea”.

O Hospital de Amor foi o grande destaque da 4ª Edição do Prêmio “Melhores Hospitais”, projeto realizado pela Secretaria do Estado de Saúde de São Paulo, realizado em dezembro de 2014. A entidade ganhou em três categorias: melhor hospital, internação e ambulatório. O principal objetivo da premiação é monitorar a qualidade de atendimento e a satisfação do usuário, reconhecer os bons prestadores, identificar possíveis irregularidades e ampliar a capacidade de gestão eficiente da saúde pública. Na categoria “Internação”, o Hospital de Amor liderou o ranking interior, com mais de 97% de aprovação. A instituição também teve um alto índice no quesito “Ambulatório” - 96,5% dos usuários disseram estar satisfeitos com o trabalho realizado.

Mais informações:

Site - www.hospitaldeamor.com.br

Facebook - www.facebook.com/ohospitaldeamor

Instagram – www.instagram.com/hospitaldeamor

Informações à imprensa:

GBR Comunicação

Grasiela Caldeira - grasiela.caldeira@gbr.com.br – 11.991471401

Danusa Etcheverria – danusa.etcheverria@gbr.com.br

Aplicativos


 Locutor Ao vivo


Rádio Varzea Nova FM

Rádio Várzea Nova FM

Peça Sua Música

Name:
E-mail:
Seu Pedido:


Top 5

01.

Anderson Freire

Raridade

02.

Bruna Karla

Advogado Fiel

03.

Aline Barros

Casa do pai

04.

Anderson Freire

Acalma o meu coração

05.

Aline Barros

Ressuscita-me

Anunciantes