Qual a relação da diabetes com a saúde bucal?

23/11/2018

Qual a relação da diabetes com a saúde bucal?

No mês em que são realizadas as campanhas de prevenção e diagnóstico da doença, o Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) responde a esta pergunta

São Paulo, novembro de 2018 - A diabetes, doença caracterizada pelo aumento da glicose no sangue, afeta mais de 8% da população brasileira, segundo a última pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde. Diante deste cenário, os profissionais da área estão cada vez mais alertas para identificar e tratar pessoas com o problema, incluindo o cirurgião-dentista.

De acordo com a literatura médica, pacientes com diabetes têm alto risco de desenvolver problemas bucais por conta do descontrole da glicemia e interferência na produção salivar. Desta forma estão mais suscetíveis a infecções.

A gengivite e a periodontite, estágio mais avançado da inflamação na gengiva, inclusive com perdas ósseas, são os problemas mais comuns entre os diabéticos. “As doenças periodontais podem alterar o nível glicêmico nesses pacientes, embora essas mudanças não sejam suscetíveis apenas a diabéticos”, acrescenta a cirurgiã-dentista e presidente da Câmara Técnica de Pacientes com Necessidades Especiais (CT PNE) do CROSP, Adriana Zink.

Distúrbios de cicatrização e alterações fisiológicas, que reduzem a capacidade imunológica, aumentando a probabilidade de infecções, também são observados em pacientes com diabetes.

Essa condição exige que diabéticos sejam tratados de forma interdisciplinar. Portanto, todos os profissionais da saúde envolvidos devem conversar para proporcionar melhor qualidade de vida possível.

Cuidados especiais antes do tratamento

Antes de realizar procedimentos odontológicos é recomendada a solicitação de alguns exames laboratoriais como glicemia, hemograma, hemoglobina glicada e o radiográfico. Eles é que indicarão se o diabético apresenta alguma descompensação.

“Caso ele esteja descompensado, o profissional avaliará se há necessidade imediata do atendimento e também sobre o ambiente mais adequado para o tratamento, entre ambulatório ou hospital”, explica a presidente da CT de PNE.

Ao procurar pelo profissional da saúde bucal, o mais recomendado é recorrer ao cirurgião-dentista especialista em PNE, embora o clínico-geral também tenha em sua formação o preparo para o atendimento do paciente com diabetes.

Quando o paciente não sabe que tem diabetes...

O cirurgião-dentista pode ajudar a identificar um paciente diabético. Para tanto, o profissional deve cruzar os dados coletados na anamnese (entrevista) com os obtidos pela análise clínica, além de solicitar exames laboratoriais.

Durante a avaliação é importante que o profissional da odontologia leve em consideração alterações como hipoplasia (desenvolvimento defeituoso dos tecidos) e hipocalcificação do esmalte, diminuição do fluxo, aumento da acidez e da viscosidade salivar.

Outros incômodos relatados pelos pacientes como boca seca, sensação de ardência, presença de aftas, lesões, hálito cetônico, náuseas e vômitos também não devem ser ignorados na consulta. “Depois de tudo, a indicação para uma consulta ao endocrinologista será muito importante”, destaca a cirurgiã-dentista.

Para manter a saúde em dia

Para evitar a progressão e agressividade da doença periodontal, comum em diabéticos, a recomendação é redobrar os cuidados com a higiene utilizando a escova, pasta de dente e fio dental. As visitas preventivas ao cirurgião-dentista também auxiliarão no controle da saúde bucal e da possível descompensação do diabetes.

“Todo paciente com comprometimento sistêmico, como o diabetes, deve ter uma rotina de visitas preventivas ao consultório odontológico para garantir a saúde integral”, alerta Adriana Zink.

Sobre o CROSP – O Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP) é uma autarquia federal dotada de personalidade jurídica e de direito público com a finalidade de fiscalizar e supervisionar a ética profissional em todo o Estado de São Paulo, cabendo-lhe zelar pelo perfeito desempenho ético da Odontologia e pelo prestígio e bom conceito da profissão e dos que a exercem legalmente. Hoje, o CROSP conta com 115 mil profissionais inscritos. Além dos cirurgiões-dentistas, o CROSP detém competência também para fiscalizar o exercício profissional e a conduta ética dos Técnicos em Prótese Dentária, Técnicos em Saúde Bucal, Auxiliares em Saúde Bucal e Auxiliares em Prótese Dentária. Mais informações: www.crosp.org.br

Informações para imprensa: Agência Galo

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Municípios não recebe repasse de doações

23/11/2018

Mais de 75% dos Municípios não receberam repasse de doações destinadas aos Fundos dos Direitos da Criança, mostra CNM

Mais de 75% dos Municípios brasileiros não tiveram o repasse financeiro de doações destinados aos Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente (FDCA), composto por doações de até 3% do Imposto de Renda (IR) devido de pessoas físicas. Isso é o que mostra o estudo Fundos dos Direitos da Criança e do Adolescente no Brasil – 2018, com base nos dados disponibilizados pelo Ministério dos Direitos Humanos (MDH), ano passado, por meio da Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (SNDCA).

O Fundo especial deve ser criado por lei municipal para captar recursos que serão destinados especificamente para área da infância e da adolescência, tendo a finalidade de financiar programas, projetos e ações voltados para a promoção e a defesa dos direitos da criança e do adolescente e suas respectivas famílias. Os Municípios também devem incentivar a captação de recursos, além de controlar, de gerenciar e de fiscalizar os recursos. Nesse processo, é indispensável a atuação dos Conselhos Municipais dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cmdca).

Se os 5.568 Municípios estivessem com os Fundo Municipal dos Direitos Da Criança e do Adolescente (FMDCA/FIA) instituídos e regulares, somente 24,34% demonstraram ter realizado, em 2017 e neste ano, alguma campanha, sensibilização e mobilização local para captar recursos por meio de doações de pessoas físicas no ato da declaração do IR. O estudo conclui que os outros 4.213 Municípios apresentam dificuldades para captar recursos para aumentar a receita e investir no público infanto-juvenil.

Em relação aos governos estaduais, o estudo mostra que 20 fundos estaduais captaram recursos por meio de doações (PF) dedutíveis IR, um total de 3.477 doadores, que correspondeu a um repasse no valor de R$ 4.444.167,25. Seis Estados não receberam nenhuma doação. Ainda conforme os dados da CNM, o fundo do Paraná foi o que se destacou com maior quantidade de doações dos contribuintes, totalizando 1.275 doações e somando mais R$ 1,3 milhão. A menor arrecadação foi do fundo do Amazonas, que teve apenas 14 doações de pessoas físicas, e captou pouco mais de R$ 18 mil.

Dentre os principais empecilhos para o elevado números de governos municipais sem acesso aos recursos , segundo aponta o mapeamento da Confederação, está a falta de conhecimento sobre o processo de estruturação, período, prazos e exigências legais necessárias para regulamentação do fundo – condições que permitem que este se torne ativo, apto e regular para receber o repasse anual das devidas doações/destinações do IR. Isso pode ser confirmado com a seguinte informação: há 347 Municípios com fundos que possuem Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) ativo e regular, mas que não receberam nenhuma doação de pessoa física.

Dos dados levantados, 3.167 Municípios recebem destaque. Esses Municípios não apresentam nenhuma informação ou dados da instituição regular do Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente. Não há registro desses Municípios com o CNPJ, com natureza jurídica de fundo público (120-1), "nome empresarial" ou "nome de fantasia", expressão que estabeleça claramente a condição de Fundo dos Direitos da Criança e do Adolescente, conta bancária aberta em instituição financeira pública e associada ao CNPJ informado e com situação cadastral ativa.

Veja o estudo completo aqui

Fumantes trocariam cigarro por

13/11/2018

82% dos fumantes trocariam cigarro por produtos de menor risco à saúde

E 79% da população é a favor da liberação dessas alternativas no País, revela o Datafolha

Quantos, dos quase 20 milhões de adultos fumantes brasileiros, trocariam o cigarro convencional por uma opção potencialmente menos prejudicial? Quantos dos cerca de 88 milhões de não fumantes impactados pela convivência com fumantes indicariam aos seus parentes e amigos uma alternativa menos nociva à saúde deles e de terceiros? As respostas, surpreendentes, a estas questões foram obtidas pelo Instituto de Pesquisas Datafolha: 82% dos atuais fumantes optariam por uma solução menos danosa do que o cigarro, enquanto que 78% dos não fumantes recomendariam tais alternativas a terceiros.

Também segundo a pesquisa, a média declarada de consumo de cigarros no Brasil é de 13 unidades por dia para cada fumante. Sendo a venda de cigarros permitida no Brasil, o que pensam os brasileiros sobre restrições à comercialização de produtos que podem oferecer menos riscos à saúde? O Datafolha mostra que 79% dos brasileiros são favoráveis a que o governo autorize a venda deles no País. É um dado em linha com a resposta de 80% dos entrevistados que concordam que os fumantes deveriam ter acesso a produtos de risco reduzido. A comercialização desses produtos está banida no Brasil desde 2009, enquanto que em diversos países do mundo o tema tem avançado bastante. Agências como o Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos e a Agencia de Saúde Pública no Reino Unido (Public Health England) entendem que novas tecnologias de risco reduzido podem ter um papel importante na redução dos danos à saúde causados pelo cigarro, funcionando de maneira complementar às políticas públicas de cessação.

"É indiscutível que a maioria dos fumantes tem plena consciência dos danos causados pelo hábito de fumar cigarros. Contudo, muitos ainda continuarão fumando e sabem que sofrerão sérias consequências à sua saúde. A pergunta que se faz é, existindo soluções que tem o potencial de reduzir os danos à saúde, por que elas não estão hoje disponíveis aos adultos fumantes brasileiros? ", argumenta Fernando Vieira, Diretor de Assuntos Corporativos da Philip Morris Brasil, empresa responsável pela contratação da pesquisa feita pelo Datafolha. Existem hoje milhões de pessoas que já trocaram o cigarro por produtos de risco reduzido em países como Japão, Alemanha, Itália, Suíça, Reino Unido, dentre muitos outros.

O principal motivo que leva os fumantes a se interessarem por produtos de menor risco está ligado ao bem-estar: 76% dizem que fariam a troca porque querem ter menos problemas de saúde. No entanto, a pesquisa mostrou que o brasileiro ainda desconhece que alternativas ao cigarro e de menor risco já estão disponíveis no exterior: 75% dos entrevistados não sabem definir o que ou quais seriam produtos de risco reduzido e, deste total, apenas 1% já ouviu falar das soluções já existentes que usam o tabaco aquecido.

O diretor da Philip Morris reconhece que a indústria tem um déficit reputacional com a sociedade e que há questionamentos de alguns setores da sociedade sobre as novas tecnologias de redução de risco no tabagismo. Mas salienta que "estamos encarando de frente esses problemas, sendo transparentes e investindo bilhões de dólares em ciência e tecnologia para oferecer aos adultos fumantes alternativas que podem melhorar suas vidas". E complementa: "simplesmente não considerar alternativas cientificamente sólidas e continuar só falando mal da indústria do tabaco não irá resolver o problema e afastar as pessoas dos cigarros".

A pesquisa do Datafolha foi feita em julho com pessoas de 18 anos ou mais, a maioria na faixa de 25 a 59 anos. As 1982 entrevistas foram distribuídas por 129 municípios de todas as regiões do país para representar a população brasileira maior de idade, pertencente a todas as classes econômicas, de acordo com cotas de sexo e idade baseadas na PNAD 2016 (IBGE).

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GRANDES NÚMEROS DA PESQUISA

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Sobre a Philip Morris International

A Philip Morris International (PMI) é uma das maiores companhias internacionais de tabaco fabricando e comercializando cigarros e outros produtos que contenham nicotina em mercados fora dos EUA. Estamos baseando nosso futuro em produtos livres de fumaça, que são uma alternativa muito melhor aos cigarros tradicionais. A nossa meta, através de nossas capacidades multidisciplinares em desenvolvimento de produtos, instalações de última geração e comprovação científica, é de assegurar que nossos produtos livres de fumaça atendem às preferências do consumidor adulto e os regulamentos mais rigorosos. Queremos ver esses produtos substituindo cigarros, para o benefício dos adultos fumantes, da sociedade, de nossa companhia e nossos acionistas.

A PMI investiu mais de US$ 4,7 bilhões em 15 anos no desenvolvimento, avaliação científica e produção de produtos inovadores que não produzem fumaça e oferecem aos fumantes, que de outra maneira continuariam fumando, uma opção melhor que o cigarro convencional. Elementos das pesquisas realizadas pela PMI encontram cada vez mais apoio de pesquisas independentes, com mais de 25 análises já publicadas por entidades de governo e centros de pesquisa independentes. A nossa ambição é de migrar aproximadamente 40 milhões de pessoas que fumam cigarros para nossos produtos livres de fumaça, representando 30% de nosso volume, até 2025.

No Brasil, a companhia atua desde 1973 e conta com 3 mil colaboradores. Para saber mais, visite nosso site: www.pmi.com/markets/brazil/pt/science-and-innovation.

Informações à Imprensa

Andreia Rodrigues andreia.rodrigues@publicisconsultants.com

(11) 3169 9365 / (11) 99975 9406

Jéssica Medeiros jessica.medeiros@publicisconsultants.com

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