Dia Mundial da Obesidade

03/04/2019

Dia Mundial da Obesidade

As 6 principais dúvidas sobre o balão intragástrico
Tratamento promove emagrecimento de até 20% do peso em seis meses



A obesidade é uma doença que vem se agravando no mundo. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, o número de pessoas obesas triplicou desde 1975. Não à toa, o Brasil é a segunda nação que mais procurou por métodos para emagrecimento no Google em 2018, segundo o próprio buscador.

Uma das sugestões oferecidas pelo buscador é o balão intragástrico, método apontado como capaz de proporcionar ao paciente um emagrecimento de até 20% do seu peso em seis meses.

Este procedimento consiste na colocação de um balão por meio de endoscopia, realizada em ambiente hospitalar e com o paciente sedado. O balão é introduzido por via oral e possui um volume entre 400 ml a 700 ml, preenchido com soro fisiológico e azul de metileno. Todo o procedimento dura cerca de 20 minutos.
O membro da Comissão Científica da Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED), Dr. Eduardo Guimarães Hourneaux de Moura, esclarece alguns mitos e verdades sobre o balão intragástrico.

O paciente permanece o restante da vida com o balão intragástrico?
Não. O paciente pode ficar entre 6-12 meses com o balão, na dependência do modelo empregado. Durante esse período, ele deve seguir acompanhamento com equipe multidisciplinar, que inclui: médicos clínicos, nutricionistas, psicólogos e preparadores físicos para que seus hábitos alimentares e comportamentais sejam alterados.

Qualquer pessoa acima do peso pode realizar esse método?
Não. É necessário ser maior de idade e ter um Índice de Massa Corporal (IMC) maior que 27. O ideal é que seja avaliado cada caso individualmente, contrabalançando benefícios e riscos.

Há algum outro benefício além do emagrecimento?
Sim. Por proporcionar o emagrecimento, o balão intragástrico também pode auxiliar indiretamente na prevenção de cânceres associados ao excesso de peso, como esôfago, estômago, pâncreas, fígado, rins, ovário, endométrio e tireoide. Concomitantemente à mudança de hábitos de vida e perda de peso, há melhora nos níveis de diabetes, colesterol e pressão arterial.

É possível que esse procedimento traga efeitos colaterais?
Sim. Por ser um corpo estranho, o organismo pode apresentar sintomas como enjoos, dores abdominais e até vômitos nas primeiras 72 horas. As ocorrências podem ser tratadas com medicações efetivas que melhoram o quadro do paciente.

O paciente sofre algum tipo de corte ou precisa de curativos?
Não. O balão intragástrico é introduzido através da endoscopia. Ele permanece sedado durante todo o processo, que dura cerca de 20-30minutos, e não sofre nenhum corte na região.

Após o uso do balão, o paciente seguirá magro?
Dependerá se o mesmo compreendeu a necessidade de manter as mudanças de hábitos e vícios. Após a retirada do balão, até 75% dos pacientes reganham peso. Aqueles que adquiriram hábitos saudáveis, respondem de forma positiva.

Sobre a SOBED
Com 24 unidades estaduais, a Sociedade Brasileira de Endoscopia Digestiva (SOBED) é uma entidade nacional que representa atualmente mais de dois mil associados. Criada em consonância com o início dos procedimentos endoscópicos no País na década de 1970, possui história baseada em conquistas e avanços na endoscopia digestiva brasileira. Periodicamente a Sociedade promove mutirões pelo Brasil de prevenção ao colorretal com a realização de colonoscopias em pacientes pré-selecionados de forma totalmente gratuita. A ação já realizou mais de 1500 exames.
Informações à imprensa
RS Press
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Os perigos da Hepatite A

31/01/2019

Os perigos da Hepatite A

*Por Dr. Hesio Vicente Juliano

De acordo com informações divulgadas pelo Ministério da Saúde em 2017, os casos de Hepatite A quase que dobraram em comparação ao ano anterior, com um aumento expressivo na região Sudeste do país. Um dos motivos para o aumento dos casos da doença foi o avanço do contato sexual desprotegido. Apesar de a Hepatite A não ser uma infecção sexualmente transmissível, só o contato com a região perianal ou com material fecal pode gerar contaminação. Causada por um vírus que inflama o fígado, a Hepatite A é transmitida pela ingestão de água ou alimentos contaminados com dejetos. Locais onde o saneamento básico é precário, como praias em que o esgoto é despejado diretamente no mar, oferecem o risco à saúde.

É preciso ficar atento aos sintomas que aparecem entre duas a quatro semanas após o contágio, como: dores nas articulações, no abdômen ou nos músculos, fadiga, febre baixa, perda de apetite, vômitos, náuseas, diarreia e em alguns casos, coceira, pele e olhos amarelados, perda de peso e urina escura. Porém, nem todo indivíduo apresenta os sintomas, daí a importância de sempre realizar exames periódicos para detecção da Hepatite A. Em casos muito raros, ela pode levar a óbito, o que chamamos de hepatite fulminante ou aguda grave.

Como forma de detecção e confirmação da doença, os especialistas solicitam exames de sangue que, junto com a avalição dos sintomas, podem apresentar um diagnóstico. Não existe um tratamento específico para a Hepatite A, pois ele é feito por meio de cuidados individuais e medidas preventivas. Na maioria dos casos, o próprio fígado se cura, porém, como forma de agilizar, é possível adotar algumas medidas como evitar o consumo de álcool, e medicamentos que possam agravar o quadro, descanso, fazer pequenos lanches ao longo do dia, além de tomar bastante água.

O tempo de recuperação da doença fica em torno de três meses e o vírus não permanece no organismo. Porém, a melhor forma de evitar a Hepatite A é a prevenção por meio de vacina e cuidados com a alimentação. Não ingerir carnes ou peixes crus, lavar sempre as frutas com água corrente e sabão, não ingerir água que não esteja filtrada ou fervida, tomar cuidado com praias poluídas, principalmente no verão, onde existe uma aglomeração maior de pessoas no mar. Todo cuidado é pouco. Fique atento à sua saúde!

* Dr. Hesio Vicente Juliano, Chefe do Serviço de Cirurgia Geral do Hospital IGESP.

Assessoria de imprensa do Hospital IGESP: Grupo Image

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Fibrilação Atrial

31/01/2019

Fibrilação Atrial tem tratamento? Entenda a doença

Este tipo de arritmia cardíaca tem sido diagnosticada com frequência em ex-atletas;
trata-se de uma doença que atinge também a população geral

São Paulo, 2019 – A Fibrilação Atrial (FA) é a arritmia cardíaca mais comum do mundo¹ e tem sido diagnosticada com frequência em ex-atletas. A doença leva o coração a bater em um ritmo irregular e atinge entre 1,5 e 2 milhões de pessoas somente no Brasil.

Entre os sinais mais comuns desse problema de saúde estão palpitações, dores ou desconfortos no peito, tontura e falta de ar. Em muitos casos, a FA é uma doença assintomática e às vezes os pacientes só descobrem que sofrem dessa arritmia quando ocorre uma consequência mais grave, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC), popularmente conhecido como derrame.

Em média, corações saudáveis de adultos têm entre 60 a 100 batimentos por minuto, porém a frequência cardíaca pode variar de pessoa para pessoa, de acordo com a idade ou até mesmo com a rotina. Indivíduos com melhor condicionamento físico, por exemplo, como jovens e atletas, tendem a ter frequências mais lentas, chegando durante o sono a 30 batimentos por minuto sem apresentar qualquer anormalidade.

Ainda, qualquer ser humano pode ter alterações no ritmo do coração e é bom estarmos atentos. É necessário manter sempre atenção à saúde e aos sinais que o coração emite em qualquer idade, principalmente quando há casos de pressão elevada e sem controle (hipertensão) e histórico de doença cardíaca na família. O estilo de vida também conta: sedentarismo, fumo e álcool podem ser prejudiciais à saúde.

O cardiologista é o especialista mais indicado para diagnosticar o problema e recomendar o melhor tratamento, que pode ser apenas medicamentoso ou um procedimento de ablação por cateter.

A American College of Cardiology (ACC), a American Heart Association (AHA) e a Heart Rhythm Society (HRS) recomendam a ablação por cateter para pacientes com Fibrilação Atrial quando os medicamentos não são efetivos no controle da doença.² Em muitos casos, pacientes que realizam ablação tem redução do número de episódios sintomáticos no longo prazo, da severidade dos sintomas e até retorno de um ritmo cardíaco normal ou regular (ritmo sinusal). É possível encontrar mais informações sobre este procedimento em http://www.tenhoarritmia.com/.

¹ Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas, FIBRILAÇÃO ATRIAL CAUSA AVC/DERRAME. Disponível em http://www.sobrac.org/campanha/fibrilacao-atrial-causa-avcderrame/. Acesso em 24/07/2018

²January CT, Wann LS, Alpert JS, et al. 2014 AHA/ACC/HRS Guideline for the Management of Patients With Atrial Fibrillation: Executive Summary, Journal of the American College of Cardiology (2014), doi: 10.1016/j.jacc.2014.03.021.

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