Fumantes trocariam cigarro por

13/11/2018

82% dos fumantes trocariam cigarro por produtos de menor risco à saúde

E 79% da população é a favor da liberação dessas alternativas no País, revela o Datafolha

Quantos, dos quase 20 milhões de adultos fumantes brasileiros, trocariam o cigarro convencional por uma opção potencialmente menos prejudicial? Quantos dos cerca de 88 milhões de não fumantes impactados pela convivência com fumantes indicariam aos seus parentes e amigos uma alternativa menos nociva à saúde deles e de terceiros? As respostas, surpreendentes, a estas questões foram obtidas pelo Instituto de Pesquisas Datafolha: 82% dos atuais fumantes optariam por uma solução menos danosa do que o cigarro, enquanto que 78% dos não fumantes recomendariam tais alternativas a terceiros.

Também segundo a pesquisa, a média declarada de consumo de cigarros no Brasil é de 13 unidades por dia para cada fumante. Sendo a venda de cigarros permitida no Brasil, o que pensam os brasileiros sobre restrições à comercialização de produtos que podem oferecer menos riscos à saúde? O Datafolha mostra que 79% dos brasileiros são favoráveis a que o governo autorize a venda deles no País. É um dado em linha com a resposta de 80% dos entrevistados que concordam que os fumantes deveriam ter acesso a produtos de risco reduzido. A comercialização desses produtos está banida no Brasil desde 2009, enquanto que em diversos países do mundo o tema tem avançado bastante. Agências como o Food and Drug Administration (FDA) nos Estados Unidos e a Agencia de Saúde Pública no Reino Unido (Public Health England) entendem que novas tecnologias de risco reduzido podem ter um papel importante na redução dos danos à saúde causados pelo cigarro, funcionando de maneira complementar às políticas públicas de cessação.

"É indiscutível que a maioria dos fumantes tem plena consciência dos danos causados pelo hábito de fumar cigarros. Contudo, muitos ainda continuarão fumando e sabem que sofrerão sérias consequências à sua saúde. A pergunta que se faz é, existindo soluções que tem o potencial de reduzir os danos à saúde, por que elas não estão hoje disponíveis aos adultos fumantes brasileiros? ", argumenta Fernando Vieira, Diretor de Assuntos Corporativos da Philip Morris Brasil, empresa responsável pela contratação da pesquisa feita pelo Datafolha. Existem hoje milhões de pessoas que já trocaram o cigarro por produtos de risco reduzido em países como Japão, Alemanha, Itália, Suíça, Reino Unido, dentre muitos outros.

O principal motivo que leva os fumantes a se interessarem por produtos de menor risco está ligado ao bem-estar: 76% dizem que fariam a troca porque querem ter menos problemas de saúde. No entanto, a pesquisa mostrou que o brasileiro ainda desconhece que alternativas ao cigarro e de menor risco já estão disponíveis no exterior: 75% dos entrevistados não sabem definir o que ou quais seriam produtos de risco reduzido e, deste total, apenas 1% já ouviu falar das soluções já existentes que usam o tabaco aquecido.

O diretor da Philip Morris reconhece que a indústria tem um déficit reputacional com a sociedade e que há questionamentos de alguns setores da sociedade sobre as novas tecnologias de redução de risco no tabagismo. Mas salienta que "estamos encarando de frente esses problemas, sendo transparentes e investindo bilhões de dólares em ciência e tecnologia para oferecer aos adultos fumantes alternativas que podem melhorar suas vidas". E complementa: "simplesmente não considerar alternativas cientificamente sólidas e continuar só falando mal da indústria do tabaco não irá resolver o problema e afastar as pessoas dos cigarros".

A pesquisa do Datafolha foi feita em julho com pessoas de 18 anos ou mais, a maioria na faixa de 25 a 59 anos. As 1982 entrevistas foram distribuídas por 129 municípios de todas as regiões do país para representar a população brasileira maior de idade, pertencente a todas as classes econômicas, de acordo com cotas de sexo e idade baseadas na PNAD 2016 (IBGE).

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GRANDES NÚMEROS DA PESQUISA

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Sobre a Philip Morris International

A Philip Morris International (PMI) é uma das maiores companhias internacionais de tabaco fabricando e comercializando cigarros e outros produtos que contenham nicotina em mercados fora dos EUA. Estamos baseando nosso futuro em produtos livres de fumaça, que são uma alternativa muito melhor aos cigarros tradicionais. A nossa meta, através de nossas capacidades multidisciplinares em desenvolvimento de produtos, instalações de última geração e comprovação científica, é de assegurar que nossos produtos livres de fumaça atendem às preferências do consumidor adulto e os regulamentos mais rigorosos. Queremos ver esses produtos substituindo cigarros, para o benefício dos adultos fumantes, da sociedade, de nossa companhia e nossos acionistas.

A PMI investiu mais de US$ 4,7 bilhões em 15 anos no desenvolvimento, avaliação científica e produção de produtos inovadores que não produzem fumaça e oferecem aos fumantes, que de outra maneira continuariam fumando, uma opção melhor que o cigarro convencional. Elementos das pesquisas realizadas pela PMI encontram cada vez mais apoio de pesquisas independentes, com mais de 25 análises já publicadas por entidades de governo e centros de pesquisa independentes. A nossa ambição é de migrar aproximadamente 40 milhões de pessoas que fumam cigarros para nossos produtos livres de fumaça, representando 30% de nosso volume, até 2025.

No Brasil, a companhia atua desde 1973 e conta com 3 mil colaboradores. Para saber mais, visite nosso site: www.pmi.com/markets/brazil/pt/science-and-innovation.

Informações à Imprensa

Andreia Rodrigues andreia.rodrigues@publicisconsultants.com

(11) 3169 9365 / (11) 99975 9406

Jéssica Medeiros jessica.medeiros@publicisconsultants.com

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Novembro Azul

13/11/2018

Novembro Azul é uma boa oportunidade para o homem saber mais sobre o Câncer da Próstata

*Dr. Marcos Lipay

No mês de novembro, discutimos o Câncer da Próstata. Mas antes, vamos localizar a próstata e sua função. A próstata é uma glândula de aproximadamente 25 gramas, no adulto jovem, que fica abaixo da bexiga e na frente do reto (parte terminal do intestino). A sua função está relacionada à reprodução (produção do líquido ejaculado) e ao prazer sexual (orgasmo), além de atuar como “barreira” às infecções e manter a continência urinária.

O câncer de próstata permanece como a neoplasia sólida mais comum e a segunda maior causa de óbito oncológico no sexo masculino. Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), estão estimados 68.220 novos casos em 2018 no Brasil, constituindo o tipo de câncer mais incidente nos homens (excetuando-se o câncer de pele não melanoma) em todas as regiões do país.

Em valores absolutos, é o sexto tipo mais comum no mundo e o mais prevalente em homens, representando cerca de 10% do total de cânceres. É considerado um câncer da terceira idade, isto é, em três quartos dos casos no mundo ocorre a partir dos 65 anos. O aumento da incidência no Brasil pode ser justificado pela evolução dos métodos diagnósticos (exames), pela melhoria na qualidade dos sistemas de informação do país e, também, pelo aumento na expectativa de vida.

O INCA (Instituto Nacional do Câncer) e a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) destacam a alta incidência do câncer de próstata e assim ressaltam a importância da consulta médica, que tem como objetivo o diagnóstico precoce. Lembramos que nos estágios iniciais a doença não manifesta qualquer sinal ou sintoma, justificando assim uma visita ao consultório do Urologista, que fará um histórico clínico, além do toque da próstata e solicitação de exames necessários, entre esses o famoso PSA (antígeno prostático específico), que podem sugerir a suspeita de um câncer. A confirmação do diagnóstico faz-se por uma biópsia de próstata.

Os fatores de risco para Câncer de Próstata são: idade, homens de raça negra, obesidade, hábitos alimentares ricos em gorduras, sedentarismo e fator familiar (quando se tem um parente de primeiro grau com câncer de próstata, a probabilidade é de até duas vezes maior; e para aqueles que têm dois parentes de primeiro grau, essa probabilidade é de até seis vezes maior).

Desse modo, a SBU recomenda que homens a partir de 50 anos devem procurar um Urologista, para avaliação individualizada. Homens da raça negra ou com parentes de primeiro grau com câncer de próstata devem começar aos 45 anos. O rastreamento deverá ser realizado após ampla discussão de riscos e potenciais benefícios, em decisão compartilhada com o paciente. Ressaltamos que hoje faz-se um diagnóstico de câncer de próstata a cada 7 minutos, um óbito pela doença a cada 40 minutos, 25% dos portadores de câncer de próstata morrem devido a doença e 20% dos pacientes com câncer de próstata são diagnosticados em estágios avançados. Quando os sintomas começam a aparecer, 95% dos casos já estão em fase adiantada. Não é possível evitar a doença, mas é possível diagnosticá-la precocemente e, desse modo, ter uma chance de cura ao redor de 90%.

Em minha opinião, todos os homens devem ser esclarecidos sobre o Câncer da Próstata e suas implicações. Jamais podemos deixar de diagnosticá-lo em homens saudáveis e, assim, discutir a melhor opção terapêutica. Deixar o câncer se manifestar espontaneamente é um grande risco e sofrimento para o paciente e sua familia, considerando a evolução e agressividade desse tumor.

*Marco Aurélio Lipay édoutor em Cirurgia (Urologia) pela UNIFESP, titular em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia, membro Correspondente da Associação Americana de Urologia e autor do Livro Genética Oncológica Aplicada a Urologia

Pacientes com câncer de próstata

13/11/2018

Pacientes com câncer de próstata terão nova opção
de tratamento no Brasil

Terapia é indicada para aqueles em que o câncer voltou a progredir,
mesmo após o tratamento de bloqueio hormonal

São Paulo, 30 de outubro de 2018 – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) acaba de aprovar um novo medicamento para pacientes com câncer de próstata, desenvolvido pela Janssen, empresa farmacêutica da família de companhias Johnson & Johnson. A apalutamida é um inibidor do receptor de andrógeno, indicado em combinação com terapia de deprivação androgênica (ADT)para postergar o aparecimento de metástase naqueles pacientes que já realizaram o tratamento localizado, receberam ADT e, ainda assim, há aumento do PSA (marcador sanguíneo).

A terapia atual dos pacientes que progridem após o tratamento local consiste em castração cirúrgica ou química (deprivação androgênica), que reduz o nível de testosterona (hormônio que serve de alimento para os tumores crescerem). No entanto, muitos dos cânceres de próstata resistem à terapia nessa etapa e 90% dos pacientes acabam desenvolvendo metástases ósseas[i].

O novo medicamento demonstrou diminuir em 72%[ii] o risco de progressão para metástase ou de morte e proporcionou 40,5 meses de sobrevida livre de metástase (mediana), o que representa um ganho de dois anos quando comparado ao placebo (16,2 meses).

“Esse medicamento representa um grande avanço para uma situação grave do câncer de próstata que já falhou ao tratamento hormonal. A apalutamida possibilita postergar o aparecimento da metástase, que é justamente a parte mais temida da doença, e adia também os efeitos secundários desse processo, impactando positivamente na qualidade de vida do paciente”, destaca Fernando Maluf, oncologista clínico e diretor médico do Centro Oncológico da Beneficência Portuguesa de São Paulo, membro do Comitê Gestor do Hospital Israelita Albert Einstein e Diretor do Centro de Oncologia do Hospital Santa Lúcia, em Brasília.

Expectativa e qualidade de vida

Na fase não-metastática, a doença pode ser silenciosa e manifestar sintomas após a progressão e o surgimento de metástases. Porém, quando essas se manifestam há uma significativa redução na expectativa de vida. Estima-se que, na fase metastática, a expectativa seja reduzida para até 3 anos[iii].

A metástase do câncer de próstata também pode causar dor óssea, provocar fraturas ou até compressão da coluna vertebral[iv], impactando diretamente no dia a dia do paciente. Durante o estudo clínico SPARTAN, parte significativa dos pacientes que receberam o medicamento não apresentaram tal impacto e mantiveram no tratamento a mesma qualidade de vida que tinham anteriormente.

Esse resultado demonstrado em pacientes não metastáticos e assintomáticos é decorrente do perfil favorável de segurança e de tolerabilidade da apalutamida, que apresenta poucos eventos adversos graves. Os eventos adversos no geral foram comparados ao do placebo e os mais comuns foram fadiga, hipertensão e rash cutâneo.

Inovação no país

“O Brasil é o quinto país a receber a aprovação de apalutamida”, conta Telma Santos, Diretora Médica da Janssen Brasil. Agora, o produto passará por processo de aprovação de preço na Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (CMED).

A Janssen possui história e expertise para a inovação e o desenvolvimento de medicamentos oncológicos. Além da apalutamida, a Janssen já possui em seu portfólio brasileiro o acetato de abiraterona, indicado para pacientes com câncer de próstata metastático recentemente diagnosticado e não tratado anteriormente, e também para pacientes com a doença metastática que falharam à castração.

No Brasil, o câncer de próstata é o segundo mais comum entre os homens, com uma estimativa de mais de 60 mil novos casos anuais[v]. A doença, que acomete normalmente indivíduos acima de 50 anos, ocorre quando células malignas se formam nos tecidos da próstata. A metástase acontece quando essas células se disseminam para outros órgãos, que normalmente são os ossos, linfonodos, fígado ou pulmão[vi].

Sobre a apalutamida

A apalutamida é um novo inibidor oral de receptor de andrógeno que bloqueia a via de sinalização dos andrógenos em células do câncer de próstata. O medicamento inibe o crescimento de células cancerosas de três formas: prevenindo a ligação de andrógenos ao seu receptor nas células; bloqueando a entrada dos receptores de andrógenos nas células cancerígenas; e impedindo os receptores de se ligar ao DNA da célula maligna.

Sobre o estudo clínico SPARTAN[vii]

SPARTAN, é um estudo clínico de fase 3, multicêntrico, randomizado, duplo-cego, com braço-controle por placebo, que incluiu 1.201 pacientes com câncer de próstata não-metastático resistente à castração e foi conduzido em 332 centros em 26 países na América do Norte, Europa, Ásia e Austrália. Os pacientes foram randomizados em 2:1 para receber apalutamida em combinação com terapia de deprivação androgênica (ADT) (n=803) ou placebo em combinação com ADT (n=398).

A apalutamida em combinação com ADT reduziu o risco de metástase ou morte em 72% em comparação com placebo em combinação com ADT (HR = 0.28; 95% CI, 0.23-0.35; p < 0.0001).

A mediana de sobrevida livre de metástase foi de 40,5 meses para apalutamida em combinação com ADT comparado a 16,2 meses com o placebo em combinação com ADT, prolongando a sobrevida livre de metástase em mais de dois anos. O benefício de sobrevida livre de metástase foi observado de maneira consistente em todos os subgrupos de pacientes.

Em outros achados do estudo, a apalutamida em combinação com ADT comparado ao placebo em combinação com ADT também reduziu em 94% o risco de progressão do PSA (Antígeno Prostático Específico) (HR = 0.06; 95% CI, 0.05-0.08; P <0.0001) e reduziu em 51%[viii] o risco da segunda progressão da doença (PFS2 - tempo de progressão da doença ou morte após o segundo tratamento), o que sinaliza que a apalutamida não interfere negativamente em tratamentos subsequentes.

Sobre a Janssen

Na Janssen, trabalhamos para criar um mundo sem doenças. Transformar vidas buscando maneiras novas e melhores de prevenir, interceptar, tratar e curar doenças nos inspira. Nós reunimos as melhores mentes e buscamos as mais promissoras inovações científicas. Somos a Janssen. Colaboramos com o mundo para a saúde de todos. Para saber mais acesse: www.janssen.com. Siga a Janssen no Facebook e LinkedIn, e a J&J Carreiras no Facebook.

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