Cálculo Rena

29/04/2019

Cálculo Renal: Diminua os riscos com dieta

*Dr. Marco Lipay

A cólica renal é uma das piores dores que o ser humano pode experimentar e, muitas vezes, é desencadeada por um cálculo. Dados apresentados pela Sociedade Brasileira de Urologia - Seção São Paulo, no último mês, mostram que os cálculos renais são altamente prevalentes em todo o mundo e vem aumentando nos últimos anos, devido às mudanças de hábitos.

Estima-se que até 13% da população mundial possui cálculos renais e, no Brasil, esse índice é da ordem de 5%.

A formação do cálculo ocorre por um complexo evento, em cascata, que pode estar relacionado a fatores genéticos, ambientais ou climáticos, bem como à idade, raça, baixa ingestão de líquidos, sedentarismo e hábitos alimentares equivocados. O risco multiplica-se quando se soma a doenças como diabetes, hipertensão, obesidade, infecções urinárias, distúrbios endocrinológicos e alteração anatômica das vias urinárias.

Os cálculos podem ter em sua composição: oxalato de cálcio, hidroxiapatita, ácido úrico, estruvita, cistina, entre outros componentes. Não vamos detalhar métodos diagnósticos nem as formas de tratamentos, que devem ser personalizadas a partir de uma consulta urológica. Por outro lado, destacamos hábitos que podemos praticar e, assim, diminuir o risco de formar um cálculo urinário e suas consequências, como por exemplo: cólica renal, insuficiência renal, infecções, diálise e até a morte.

Seguem algumas dicas de bons hábitos e alimentação:

- Pratique esporte;

- Beba muito líquido, especialmente água. O suficiente para uma urina amarela clara. Esta é a atitude mais importante para diminuir o risco de formar pedras nos rins. Bebidas açucaradas (refrigerantes, sucos industrializados, cafés especiais, chás e bebidas alcoólicas) não são boas opções e podem aumentar o risco de pedras nos rins;

- Deve-se moderar a ingestão de proteína animal, incluindo carne, peixe, frutos do mar, aves e ovos. O ideal é associar com maior frequência fontes de proteína baseadas em plantas, como lentilhas, ervilhas, feijões, soja e nozes;

- Limite a quantidade de sódio que você ingere (alimentos industrializados e o sal branco). Substitua o sal por ervas, especiarias, temperos, limão, alho, gengibre e pimenta.

- Coma mais frutas cítricas, legumes frescos, grãos integrais, leite e iogurte.

Em casos de cálculo de oxalato de cálcio (o mais comum), limite os alimentos ricos em oxalato (espinafre, quiabo, beterraba, acelga, carambola, trigo, frutas secas, chocolate), mas não deixe de consumi-los em pequenas quantidades. Muitos desses alimentos são escolhas saudáveis.

Quando comer alimentos ricos em oxalato, coma-os com alimentos ricos em cálcio (leite e derivados, sardinha, amêndoas, agrião, semente de linhaça e gergelim, farinha de soja, grão de bico, amendoim). O cálcio e o oxalato unem-se nos intestinos, reduzindo a formação de pedras.

Consultar um nutricionista e praticar esportes são recomendações úteis, mas é o Urologista que vai realizar o diagnóstico preciso e orientar a melhor forma de tratamento.

*Dr. Marco Aurélio Lipay, Doutor em Urologia pela Universidade Federal de São Paulo. Título de Especialista em Urologia pela Sociedade Brasileira de Urologia, membro Correspondente da Associação Americana de Urologia.

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Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão

29/04/2019

Dia de Prevenção e Combate à Hipertensão – Insuficiência renal é uma das principais complicações da pressão alta

Apesar de ser a doença a crônica mais prevalente no país e uma das principais causas de morte na população, a hipertensão é subestimada pelos pacientes. Dados do Ministério da Saúde indicam que, no Brasil, há mais de 30 milhões de hipertensos, só que apenas 10% dessas pessoas fazem o controle adequada da doença.

Tecnicamente a pressão altiva é chamada de hipertensão e ocorre quando os vasos por onde o sangue circula tornam-se estreitos, fazendo com que o coração faça o bombeamento do sangue com mais força e velocidade. O dia 26 de abril é marcado pela conscientização mundial de combate à hipertensão que pode ser ponte para doenças ainda mais graves, como acidente vascular cerebral, enfarte, aneurisma arterial e insuficiência cardíaca e renal.

Identificando um hipertenso

Considera-se que uma pessoa é hipertensa se os níveis da pressão arterial forem iguais ou superiores a 14/9.

Sintomas

Os sintomas são variados e geralmente aparecem quando o quadro está avançado. Portanto é fundamental estar atento aos seguintes sinais:

- Falta de ar;

- Fortes dores de cabeça;

- Zumbido no ouvido;

- Tontura;

- Dores no peito;

- Visão borrada.


Prevenção

Uma alimentação equilibrada, rica em vegetais, com baixos níveis de sal e açúcar, a prática regular de exercícios físicos, abolir o hábito do tabagismo e a realização de exames periódicos são relevantes para prevenir e controlar a doença.


Complicações: hipertensos estão no grupo de risco de problemas renais

A hipertensão arterial é uma das principais causas da insuficiência renal no mundo. Isso ocorre porque, com a elevação da pressão, as artérias e arteríolas renais são acometidas resultando em perda progressiva de uma das principais funções do órgão, a de expelir resíduos do organismo.

É preciso estar atento aos cuidados necessários, visto que a insuficiência renal crônica pode levar o paciente à necessidade de um transplante de órgão.

Entenda a diferença:

Insuficiência renal aguda – Também chamada de lesão renal aguda, essa falha renal caracteriza-se pela perda súbita da capacidade dos rins. Geralmente acomete pacientes já hospitalizados.

Insuficiência renal crônica – É a perda lenta e gradual da capacidade do órgão em realizar suas funções.

É importante lembrar que a insuficiência renal crônica pode atingir pessoas de qualquer idade.

Sou hipertenso e desenvolvi insuficiência renal crônica: o que fazer?

Sintomas

A doença renal pode ser silenciosa. Os sintomas do início do quadro incluem fadiga, sonolência, coceira, náusea, dormência de mãos, pés, mau hálito e alteração de apetite. Além disso, a diminuição na quantidade e frequência de urina é outro sinal de alerta.

Diagnóstico

Os problemas renais podem ser identificados pela análise de urina e/ou do sangue. O que determina o quadro é o nível de proteínas como a albumina (urina) e a creatinina (sangue) em proporções instáveis.

Tratamento

O paciente possui algumas frentes terapêuticas para a reposição da função renal nos quadros de insuficiência:

- Diálise: nos formatos peritoneal e hemodiálise;

- Medicamentos;

- Transplante.

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o: +55.11.3094.2290

Mito ou verdade

29/04/2019

Mito ou verdade: Saúde bucal durante gravidez

No mês das mães entenda o que é fato e que é boato

Quem nunca ouviu falar ou teve um parente ou vizinha ou amiga da amiga que perdeu ou “estragou” todos os dentes durante o período da gravidez? Isso acontece mesmo? Denis Panhota, da JP Odonto esclarece o que é mito e o que é verdade nesse “dito popular”.

  • Gengivite pode induzir parto prematuro? Verdade! As bactérias decorrentes da inflamação percorrem a corrente sanguínea e se fixam no líquido amniótico e na placenta. O corpo da mãe entende que precisa salvar o bebê e adianta o trabalho de parto.
  • Não posso tratar problemas dentários estando grávida? Mito! O não tratamento pode gerar mais riscos do que o tratamento. Claro que é preciso avaliar bem a gestante e levar em conta seu histórico e hábitos para decidir se daremos início ou não ao tratamento. Raio X, por exemplo, não é recomendado no primeiro e terceiro trimestre da gravidez. A Anamnese nesse caso é muito importante.

Visitar o dentista periodicamente é de fundamental importância para saúde da mãe e do bebê. “O ministério da Saúde recomenda que a gestante marque consultas já no pré-natal para prevenção uma vez que a gravidez está relacionada a várias mudanças no corpo e, algumas delas podem afetar os dentes, gengivas e língua”, conclui Denis Panhota.Mito ou verdade: Saúde bucal durante gravidez


Daniele Mendonça
Assessora de Imprensa
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(11) 3283-2508 / (11) 96363-0081

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